A descrição da alma

Alma...
A expressão da alma é a certeza da vida em espírito, a que nos dá movimentos para circular por entre a vida e as experiências que ela nos proporciona.
É na alma que ficam registrada todas as nossas sensações e aprendizados.
Passamos pela vida sabendo que tudo que nos ocorre nos ensina e nos compele para avançarmos e de um modo natural, procuramos sempre nos mantermos atentos e vigilantes para o que já nos fez recuar ou mesmo perder.
São os alertas da nossa alma que tem por finalidade proteger nosso espírito de uma vida sem evolução, mas também é nela que ficam todas as nossas passagens por muitos sentimentos que ao longo da vida foram experimentados e na alma ficam interiorizados para nos mostrar, nos capacitar e nos ensinar em como dar o próximo passo sem que tenhamos que novamente passar pela mesma situação as que não mais nos faz avançar e sim nos desfaz em uma nova prisão de sensações de dor...

A alma traz em si seus substantivos de vida e eles é que nos torna quem somos.

Falemos então dos substantivos da alma...
Aqueles que nos faz passar pela vida e deixar que a vida nos marque e que também deixaremos nossa marca.

Substantivos da alma em contos da vida.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Persistente, sim! Teimosa, não!


Certa vez, conversando com um casal amigo, assisti a uma discussão entre os dois. Ele a acusava de ser teimosa, enquanto ela se dizia perseverante. Resisti à tentação de opinar, mas fiquei me perguntando quem dos dois estaria certo. Afinal, qual é a diferença entre teimosia e persistência? Quando estamos sendo firmes/coerentes ou sendo teimosos?

Perseverança é imprescindível para o progresso, pois nos leva aos nossos objetivos. Graças a ela damos continuidade ao que fazemos – seja a conquista do diploma, a construção da casa e por aí vai. Os grandes músicos, inventores e cientistas persistiram até o fim, mesmo não obtendo sucesso imediato (vários só foram reconhecidos depois de mortos).

Mas se a persistência é um bem, em qual ponto ela vira teimosia? Simples: ser teimosa significa querer algo impossível; continuar com o que não funciona nem nunca funcionará. Alguns seguem teimando até depois de mortos, resistindo às mudanças. Preferem cultivar a ilusão.

Pois há quem diga que é preciso ter ilusões para ser feliz. Esses têm uma visão muito distorcida do que é a vida. Preferem enxergá-la pelo lado negativo e, quanto mais o fazem, mais mergulham no transitório e se distanciam do verdadeiro. Sempre que a pessoa teima é por acreditar que está sendo perseverante.

Confunde as duas coisas e só decide mudar quando descobre o engano. Isso tem dado muito trabalho a psiquiatras, psicólogos, conselheiros e até aos guias espirituais, já que todos se dedicam à ingrata tarefa de esclarecimento do espírito.

E você, como se vê? Acaba as tarefas, conclui os cursos, leva adiante os planos? Quando algo sai errado, procura olhar os vários lados da questão e tenta outras formas para chegar a um bom resultado? Se sim, parabéns: você está sendo persistente e conseguirá o que deseja.

Entretanto, você está sendo teimosa quando:

· Nota os pontos fracos da pessoa com quem se relaciona. Porém, por mais que todo mundo alerte para a gravidade deles, finge não ver e continua com o parceiro que a faz infeliz.

· Cisma que aquele parente viciado é seu carma e, apesar de ele viver infernizando todos ao redor e ser irresponsável, você o protege. Mesmo sofrendo, paga suas contas e acha que só um milagre seria capaz de

mudá-lo.

· Descobre detestar a faculdade que está cursando, mas “tem que” ir até o fim, pois se desistir, “o que irão pensar de você?”.

Saia dessa! A resistência às mudanças, o medo do novo, a falta de fé e de confiança em Deus geram ansiedade. Ansiedade é o receio do futuro. Há pessoas com tanta certeza que a vida é sofrimento que vivem apavoradas tentando precaver-se. Para isso, criam regras, agarram-se a elas e rejeitam tudo o que não esteja dentro delas. Perdem todo o contato com sua intuição, com o instinto natural de defesa do corpo, tornam-se robôs do intelectualismo materialista.

Se você está na teimosia e quer continuar assim, colherá desilusão cedo ou tarde. Mas se quer enfrentar seus temores, deixe de lado todas as regras, volte a atenção para a sua intuição, ligue-se ao espiritual, abra-se à verdade sem ideias preconceituosas. Chega de ter ótimas ideias para criar grandes coisas e não fazer nada por falta de persistência! E a vida se encarregará de mostrar-lhe seus encantos, sua beleza, sua perfeição. Você, então, será apenas perseverante. Teimosa nunca mais!

Zíbia Gasparetto

Quando seu amor salva o outro


Teses, estudos, tratados, livros e sermões já foram escritos sobre o amor. Porém, até agora ninguém chegou a um consenso capaz de traduzir essa sensação. Mesmo assim, em nome dela as pessoas cometem loucuras. Já presenciei quem declarasse a grandeza de seus bons sentimentos pelos outros e ouvi discursos emocionados sobre o quanto devemos amar alguém em situação de sofrimento. No entanto, também vi seres muito amados não terem suas vidas modificadas. Já vi casais apaixonados celebrarem suas bodas de madeira, prata, rubi, ouro… E, apesar disso, estarem tristes e cansados.

Dá para acreditar em quem ama com a boca e esbofeteia com a mão? Claro que não! O amor não acontece num passe de mágica, não surge logo após uma jura romântica. Embora renda belos poemas, essa percepção tão avassaladora não é simples poesia. Como não se trata de palavra solta, não deve ser repetida à toa – sob o risco de se tornar banal! Não se trata de emoção declarada em meio a um discurso cheio de lágrimas, desfiando as misérias e mazelas dos irmãos sofredores. Amor não é letra morta numa carta capaz de prometer romance eterno.

Mas, enfim, ele é tão somente um sentimento? Será suficiente gritá-lo aos quatro ventos para que surja? O amor é o que o amor faz, realiza, concretiza… Ou seja, torna os sonhos palpáveis. A emoção verdadeira materializa aquilo que as palavras simplesmente dizem. Por isso, mantê-la apenas no mesmo nível do verbo significa rebaixá-la.

Jesus já afirmava: “Não é aquele que diz Senhor que entrará no Reino, mas o que pratica a minha Palavra”. Logo, o discurso não muda a história. Mas a prática dele é capaz de transformar a realidade. Não basta declará-lo, é preciso transformá-lo em gestos e atitudes.

Insisto: não adianta apenas fazer juras ao seu marido ou esposa. Antes, é necessário demonstrar isso na presença, na cumplicidade e no perdão. Não é válido só dizer que ama sua família se isso não se traduzir em atitudes de responsabilidade, carinho e respeito. Não basta dizer que ama um sofredor se a sua maneira de sentir é incapaz de se transformar numa atitude concreta de quem estende a mão para ajudar.

Amar é fazer o afeto acontecer na prática! Como? Indo ao encontro da dor do outro, permanecer ao seu lado. Ama de verdade quem corrige para colocar no caminho certo e quem se suja de lama para tirar o barro daquele que se quer bem.

Ele não pode se resumir a uma sensação, como um rápido arrepio na espinha, uma lágrima que corre ou uma carta apaixonada. Devemos permitir que ele faça mais! Afinal, foi com o amor que Deus criou o mundo. Assim, ao amarmos devemos criar um mundo verdadeiro e cheio de gestos concretos.

Não permita que a força criativa desse sentimento se perca como palavras soltas ao vento ou aprisionadas em poesias e canções. Transforme o amor em grandes atitudes. Pois do contrário não passaremos da mera intenção, não alcançaremos seu verdadeiro sentido e jamais o viveremos intensamente.

Pe. Juarez de Castro

Que o amor seja sempre uma chama viva dentro de vc ! E amor divino e incondicional seja o impulso que te levante neste dia,para uma novo pensar e agir. Shanti com muito carinho.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

O PRINCIPIO DA RÃ



Conta-se muito a história da rã e do balde de água. Ilustra a lei da deterioração...Se você pegar uma rã inteligente e feliz e a jogar num balde de água fervente, o que elafaz? Pula para fora! A rã decide instantaneamente: ”Isto não tem a menor graça. Comigonão, violão!”.Se você pegar a mesma rã ou um parente dela e jogar num balde de água fria,puser obalde no fogão e aquecê-lo gradualmente, o que acontece? A rã está relaxada... algunsminutos depois, pensa com seus botões: ”Puxa, que calor está fazendo aqui!”. E empouco tempo você terá uma rã cozida.Moral da história? A vida acontece gradualmente. Do mesmo modo que a rã, nóspodemos ser enganados e, de repente, é tarde demais. É preciso ter consciência do queestá acontecendo.

PERGUNTA - Se amanhã acordar com vinte quilos a mais, você ficará preocupado? Claroque sim! Telefonará para um hospital: ”Emergência! Eu engordei de uma hora paraoutra!”. Mas quando as coisas acontecem gradualmente, um quilo este mês, um quilo nopróximo, nós tendemos a deixar acontecer.Se você estourar o seu orçamento em dez dólares hoje, não é grande coisa. Mas se fizerisso amanhã novamente, e no dia seguinte, e no outro, acabará falido. Para as pessoasque quebram, engordam, se divorciam, em geral não se trata de um grande desastre: éum pouquinho hoje, um pouquinho amanhã - e um belo dia, ”zás!”. Então elas dizem:”Que aconteceu?”.A vida é acumulativa.

Uma coisa SE SOMA a outra - como água mole em pedra dura. O princípio da rã nos aconselha a observar as tendências. Todo dia nós nos perguntamos:”Aonde estou indo? Estou mais em forma, com mais saúde, mais feliz, mais próspero queno ano passado?”. Se a resposta for não, temos de mudar o que estamos fazendo.Esta é a coisa assustadora: ninguém fica parado. Ou está ganhando ou está perdendo.

Andrew Matthews

Pense Nisso!!

Shanti